Daí vinheram-me perguntas terríveis, questionando-me como Clarice, grande Lispector, "Quem sou eu? Como sou? O que ser? Quem sou realmente? E eu sou? Mas eram perguntas maiores do que eu." E perguntas que até hoje não consegui achar as respostas.
Já que se encontras com a minha essência, pergunta a ela, e responde-me. Tira-me desse brutal eclipse, leva-me ao crepúsculo da ofuscação para que eu encontre a nitidez da vida e nela reencontre meu brilho que será tão vivo e belo quanto o lírio de uma flor.
"Se cada dia cai, dentro de cada noite, há um poço onde a claridade está presa. Há que sentar-se na beira do poço da sombra e pescar a luz caída com paciência."
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